quarta-feira, 29 de julho de 2009

Coisa de cinema

Uma carta de amor ao universo da sétima arte... Ou seria a proposição de um jogo de palavras com os títulos de filme contando uma história de amor? Ou uma brincadeira irreverente repleta de referências cinematográficas lhe fazendo se confundir sobre o que é ou não filme nesta história? Enfim, algo assim. E vale a pena ver de novo. E de novo. E de novo. E de novo...




[ficha técnica]

texto, leitura e edição - gabriel camões
trilha e ambientação sonora - cebola pessoa

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Pra não dizer que não falei de amor

O vídeo abaixo apresenta Gabriel Camões e João Vinícius cantando uma antiga composição em parceria, Pra não dizer que não falei de amor, na reunião do Coletivo de ontem. Seguramente postaremos, no futuro, uma versão melhor trabalhada da música, mas vale o vídeo como registro de uma bela canção e também do clima que permeia nossos encontros.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Plataforma Blues

O BLUES urbano, o caos do vazio, o compasso da solidão. O deboche é a ferramenta principal de quem pensa que não tem mais nada a perder. Um brinde à plataforma que nos abriga enquanto aguardamos o trem da felicidade!


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letra e melodia - joão vinícius
voz, violão e guitarra - joão vinícius
poema recitado - paulo leminski

Desligue a TV

Dizem por aí que "uma imagem vale mais do que mil palavras"... E o que dizer de várias imagens? E o que não dizer? Pois é, tive a sacação de filmar a idéia desse texto que fiz aqui pro coletivo. Foi do nada, por nada, de madrugada, numa sentada... E o resultado deu nisso daí que vocês vão ver agora. Desligue a Tv. Aperte o play. Vire a página. Proteste. Grite “Fora Sarney”. Foda-se se o Bonner irá te ouvir ou não. Se a sua consciência o ouvir já será uma boa coisa. Pronto, falei...



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texto, leitura, interpretação e edição - gabriel camões
mixagem e ambientação sonora - joão vinícius

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Técnicas de masturbação entre Batman e Robin (A solidão)

Ao contrário de Madame Bovary e O Grande Gatsby, em que Cebola e João, respectivamente, tiraram melodias a partir de excertos que eu li por acaso durante nossos encontros, agora -- agora João já vinha pensando obcecadamente em uma melodia por semanas, tinha mesmo o refrão pronto e, tão logo me ouviu ler o trecho de um livrinho do colombiano Efraim Medina Reyes, soube que tinha achado o que faltava para sua música.

Técnicas de Masturbación entre Batman y Robin é uma coletânea de novelas de um humor ácido e triste sobre o amor. O que apresentamos aqui é uma reflexão sobre a sua raiz: a solidão.




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texto - efraim medina reyes e joão vinícius
leitura - breno fernandes e joão vinícius
música - joão vinícius

terça-feira, 21 de julho de 2009

Vida Revista

Folheando, sem pretensões, algumas poucas páginas de um revista de assinatura obrigatória, cheia de páginas e em permanente construção. Uma revista chamada "Vida" e que apresenta conteúdos diferentes para cada par de olhos que nela repousa.



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texto - gabriel camões
leitura - gabriel camões
música - cebola pessoa

terça-feira, 14 de julho de 2009

Álcool e Cigarro

Tudo que uma mulher apaixonada precisa ouvir.


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leitura - gabriel camões
texto - joão vinícius
música - joão vinícius

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Soldado Amarelo


Numa escala entre um caminho e outro, em Charlotte - USA, passou por mim o tal soldado. Mas... soldado?, pensei. Ele é da minha idade ou ainda mais jovem que eu! O espanto. O texto saiu gritando pelos dedos, agarrou com força as páginas de um bloquinho de papel, como se tivesse medo. Continuei o caminho que era meu, mas aquele soldado também era eu.



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ilustração - álvaro andrade
texto
- álvaro andrade
leitura -
álvaro andrade
música -
cebola pessoa

terça-feira, 30 de junho de 2009

Garota


Numa sociedade moderna, em que os valores são questionados sem tabus ou distinção de sexo, meros detalhes ainda servem de subterfúgio para uma natureza sexual, ou para à partir dela tirar proveito. Neste caso, a redenção do coração de um homem suplanta toda e qualquer distinção de que este tenha que agir como tal. A cabeça perde a razão e o coração bate mais alto.

Garota I


Garota II


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ilustração - marceleza
letra e melodia - joão vinícius
voz e leitura - joão vinícius
música - joão vinícius
música incidental em Garota II - I believe in miracles [dee dee ramone e daniel ray]

terça-feira, 16 de junho de 2009

Receita de Chapati

Quem vê assim prontinho não imagina a quizila que deu. Foi preciso desacertar duas vezes - erra até mais, a gente - pra ganhar a vida própria e ficar independente. Assim sendo, não é mais meu, falei. Eu sou só, o começo, mas o filho é de três. É o que agora? Animação? Música? Poema? E que te(i)ma! Não quero mais tomar parte: resolvam vocês essa arte.




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ilustração e animação - marceleza
texto
- álvaro andrade
leitura
- álvaro andrade
música
- joão vinícius

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Lubrifica Menina


Eis aqui uma tradução poética da masturbação feminina. A cada toque uma descoberta, a cada sussurro uma (auto-)afirmação. Em meio às figuras e metáforas, o tesão transcende a poesia e combate o pudor. Lubrifica é um imperativo mal utilizado que cede espaço à liberdade de ser e sentir como se queira; uma oportunidade ao desejo. Sem mais delongas, é sempre tempo de lubrificar o amor, o rancor, as ideias e o pré-conceito... Sem fluidos a vida não flui.


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ilustração - marceleza
texto - verónica méndez
leitura e gemidos - verónica méndez
música - joão vinícius

domingo, 7 de junho de 2009

Quando a chuva enche a lagoa


Ouvidos atentos para as melodias de um dos tantos encontros mágicos promovidos pela natureza.

"A eternidade ecoa / quando a chuva enche a lagoa."



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imagem - autor desconhecido
texto - cebola pessoa
leitura - cebola pessoa
música - cebola pessoa

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ensaio para uma última conversa

Uma história. Sem muitos capítulos e sem maiores reviravoltas. Um sofá. Com muitos capítulos e reviravoltas maiores que o próprio móvel. E a vontade de dizer pra si mesmo as últimas palavras de um diálogo interno. O último suspiro antes de pedir à vida a conta dessa farra e deixar as lembranças e aquele sofá para trás, pra, (quem sabe) lá na frente, revirar a alma pelo avesso em um novo sofá. Ou numa nova vida.



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texto - gabriel camões
leitura - gabriel camões
música ambiente e ambientação - joão vinícius

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Wi Pití Pití

Nascido e criado nas praias da Cidade Baixa de Salvador, este filme é danado como eu/como você!

Uma Ode atochada num mundo Pós-Moleque que teima e vive se bulindo todo enfiado. Docu-Drama-Fake-Sexy-Mama.

Bem vindos ao meu ensolarado universo, o qual exploro e sobre o qual me debruço sem nenhum escrúpulo ou pudor, indo da Lambada escrota de Michel Nerplat até a um revisitado arrocha de Cebola Pessoa. Dos amores de um velho lobo do mar, como o Prof. Dilton Rossi e um casal adolescente, até uma fictícia relação de Preto e Branca circundados pelas doces letras do saudoso Poeta do fim do dia, José Maria Nunes Marques.

Fiquem a vontade e bom filme. CURTA AÊ!



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direção - expinho
produç
ão - chimichanga filmes
elenco - alice marques, alex cicinho leite, luana leão, yanna karolina, joão marcelo

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Lê Minski


Um dia alguém me disse que existem dois tipos de pessoas no mundo: As pessoas que costumam fazer homenagem a outras e as que são dignas e merecedoras de serem homenageadas. Leminski é uma daquelas pessoas que merece mais que uma homenagem. Mais que muitas. Mais que uma vida inteira de poesia. Leminski é mais que uma pessoa. Mais que muitas. Mais que uma vida inteira de poesia. Aqui tentei fazer a minha parte. A primeira parte de muitas. A primeira parte de uma vida inteira de poesia.



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manipulação de imagem - joão vinícius
texto - gabriel camões
leitura - gabriel camões
música - joão vinícius

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Café Blasé

Quem lida com criação e tem um computador como ferramenta bem sabe da necessidade daqueles 10 minutos de descanso de duas em duas horas, três em três, pouco importa. Os 10 minutos. A pausa pro café, quem sabe um cigarro. Café preto, bem forte, com aquele leve gosto de torrado da cafeteira Wallita, que está alí sempre presente aquecendo o que te faz esquecer que água existe na jornada de trabalho. O cigarro, quando não te toma como um dependente, completa o STATUS. A leve cruzada de pés, em pé com um dos ombros encostado na parede, sozinho ou acompanhado. Está agora configurado o tipo Café Blasé.



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[ficha técnica]

texto, música e melodia - joão vinícius
leitura e voz
- joão vinícius

terça-feira, 19 de maio de 2009

Recado de ontem

Que este não seja o último suspiro de inspiração de um amigo.



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texto - saulo dourado
leitura - saulo dourado
música - joão vinícius

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Canção de amor

A canção na qual eu não acredito mais, falida nas rádios e mídias audiofônicas, ainda permanece sincera por entre os acordes e versos das canções de amor. Por mais que estas sejam feitas aos quilos por compositores que gananciam a fama, sustentam sua sobrevivência, ou mesmo pelo amador que escreve da porta do quarto para dentro, em algum momento, um intervalo de tempo em que o lápis não toca o papel, um minuto de silêncio é gerado. Este é o silêncio mais genuinamente sincero, que só quem escreve uma canção de amor ainda carrega consigo.



[ficha técnica]

texto - joão vinícius
leitura - joão vinícius e breno fernandes (trecho em francês)
música - gabriel camões (voz), joão vinícius (melodia, guitarra e violão), rafael campêlo (baixo) e igor andrade (bateria)

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Sina

O maior presente que a minha mãe e o meu pai me deram foi o meu nome. Mais que a vida. Porque esta é inerente, um cumprimento meramente biológico, que serve apenas aos vermes, no fim. Já o nome, como a obra, é o que fica. Mesmo que seja por uma geração, somente. Se for. E além do símbolo, o presente me traz também a compressão mais aguda do que a ânsia por oxigênio: a obrigação de sagrar o meu legado.



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texto - emmanuel mirdad
leitura - emmanuel mirdad
música - cebola pessoa

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Palabras

Isto é unha pequena improvisación.


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texto - lois blanco
leitura - lois blanco
música - joão vinícius