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domingo, 27 de setembro de 2009
Rocío
Eu sou contra a chapinha.
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[ficha técnica]
texto - breno fernandes
leitura - lois blanco
música - cebola pessoa
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Sevirologia
Sempre tive uma fascinação pelas páginas em branco do fundo dos livros. Lá está a incompletude da obra, o espaço de interação entre o autor e o leitor. À imagem e semelhança vejo as relações de trabalho, onde a cada dia que passa uma geração mais capacitada e criativa chega ao mercado de trabalho e se dá conta do vazio das hierarquias e burocracias. Por um trabalho que valorize estas potencialidades!
(Esta vinheta foi uma das selecionadas do tema "De que trabalho o mundo precisa?" pelo Portal da Eletrocooperativa)
[ficha técnica]
texto, leitura e música - cebola pessoa
(Esta vinheta foi uma das selecionadas do tema "De que trabalho o mundo precisa?" pelo Portal da Eletrocooperativa)
[ficha técnica]
texto, leitura e música - cebola pessoa
domingo, 13 de setembro de 2009
Tatuagem
Pergunte-me sobre o que veste, e eu te falarei de cores, pergunte-me sobre as suas canções, e eu intuirei qualquer escape de tom, mas nunca sobre uma marca que lhe acompanha por todos os dias. Como opinar acerca do irreversível? Com dedicatória à Bela Navarro.
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texto - saulo dourado
leitura - saulo dourado
música - joão vinícius
vídeo - breno fernandes [captura] e joão vinícius [edição]
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texto - saulo dourado
leitura - saulo dourado
música - joão vinícius
vídeo - breno fernandes [captura] e joão vinícius [edição]
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Relatos Post Mortem

Sempre pensei que a morte está bem perto. Anda atrás da orelha, como a pulga, e nós, desatentos, é que não a vemos. É um olhar despreocupado, nunca tive medo e, sim, curiosidade. Escrevi, então, como quem fala do que há à janela. Duma praça amiga dos olhos, de uma montanha há séculos na paisagem, do carteiro que passa todo dia à mesma hora. Um desdém a ela que nos espreita a todo instante, mas só se dá a quem se entrega por inteiro. Para matar a curiosidade sem perder o tempo.
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ilustração - pedro fernandes
texto - álvaro andrade
leitura - breno fernandes
música - joão vinícius
Colaboração:
Pedro Fernandes
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Memória
O recordo ten o que a dor chama fotografías sen sentido, pero que viven dentro de nós. É como si o recordo falase dunha historia que non coñece, pero si sentiu como súa. A capacidade das persoas para ser outros ata sen querer...
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texto, voz e imagem - lois blanco
música - breno fernandes e joão vinícius
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Bússolas apontam para o Norte

o poema tem que jorrar da alma e rasgar o peito e o que fica à mostra eu exponho controversa, vermelho escarlatizando cálidos versos... e ofereço a saudade em flor quando ofertada nos beijos que não te dou.
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texto - sheyla de castilho
leitura - gabriel camões
música - joão vinícius
Colaboração:
Sheyla de Castilho
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Inveja
Tenho inveja de pedra, de árvore, de água.
Não porque não morrem, que a morte é o sentido da vida.
Não porque não deixam a manhã perdida, sucumbindo na televisão.
Não porque parecem não se incomodar com o que sem saber acontece de acontecer, porque o imprevisto é o presente.
Não porque montanhas, rios, jaqueiras, são maiores que os homens. Gigantes não acampam em cavernas, não mergulham em cachoeiras nem dormem debaixo da sombra.
Tenho inveja de pedra, de árvore, de água porque elas não se fazem de otárias.
[ficha técnica]
texto, leitura e música - gabe pardal
Não porque não morrem, que a morte é o sentido da vida.
Não porque não deixam a manhã perdida, sucumbindo na televisão.
Não porque parecem não se incomodar com o que sem saber acontece de acontecer, porque o imprevisto é o presente.
Não porque montanhas, rios, jaqueiras, são maiores que os homens. Gigantes não acampam em cavernas, não mergulham em cachoeiras nem dormem debaixo da sombra.
Tenho inveja de pedra, de árvore, de água porque elas não se fazem de otárias.
[ficha técnica]
texto, leitura e música - gabe pardal
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
La Chanson du Soleil
Amor expressionista -- há quem não resista
o eu-lírico feminino sob uma óptica machista
Nosferatu me desculpe, mas eu sou mais realista.
[ficha técnica]
letra, voz e música - joão vinícius
edição - joão vinícius
fala introdutória - breno fernandes
imagens - nosferatu [1922, f. w. murnau]
o eu-lírico feminino sob uma óptica machista
Nosferatu me desculpe, mas eu sou mais realista.
[ficha técnica]
letra, voz e música - joão vinícius
edição - joão vinícius
fala introdutória - breno fernandes
imagens - nosferatu [1922, f. w. murnau]
domingo, 9 de agosto de 2009
La Culture Émotionnelle
Não sei bem o que dizer sobre isso... Talvez seja mais uma tola e naive canção de amor. Mas talvez seja um retrato dos desentendimentos entre duas pessoas que um dia se amaram e, depois, tornaram-se simplesmente habituadas uma a outra. Os caminhos se separam, as direções olhadas são distintas, e aí chega o ponto que nenhum dos dois fala mais a mesma língua.
[ficha técnica]
letra - marccela vegah
voz - marccela vegah e joão vinícius
música - joão vinícius, com improvisação de saulo dourado [chocalho]
[ficha técnica]
letra - marccela vegah
voz - marccela vegah e joão vinícius
música - joão vinícius, com improvisação de saulo dourado [chocalho]
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Soneto da Encruzilhada
Em seu antigo blog, o escritor Daniel Galera escreveu, a respeito do contexto de criação de Até o dia em que o cão morreu, que chamava a sua atenção "um fenômeno de certa apatia entre as pessoas da minha idade e minha classe social, um excesso de possibilidades que desnorteava as pessoas, tornava tudo no mundo equivalente, e portanto igualmente desinteressante."
Eu percebo algo similar em muitas pessoas da minha idade e minha classe social, eu inclusive. Sonhamos em fazer um pouco de tudo na vida, mas, sem saber por onde começar — ou ter ânimo para começar –, às vezes optamos por continuar sentados na mesa do bar, sonhando. Nos dá pavor a ideia de escolher um caminho e gastar a carta da escolha.
Estamos parados na encruzilhada das possibilidades infinitas.
versão 1
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versão 2
>
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versão 2
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texto - breno fernandes
leitura - álvaro andrade [versão 1] e pareta calderash [versão 2]
ilustração - álvaro andrade
música - cebola pessoa
Colaboração:
Pareta Calderash
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Die Verwandlung (excerto)
Há tempos, eu (Breno) levei para um de nossos encontros uma canção do Mestre Monclar Valverde cuja letra era o início de A Metamorfose, de Franz Kafka, em francês. É uma música belíssima: para além da cadência do texto -- não lembro quem foi o tradutor, perdoem, só me recordo do fato de que era poeta -- para além da cadência do texto, a melodia cria uma atmosfera que transita entre luz e sombra, como a própria obra do Kafka.
Kafka é um de meus autores favoritos, uma referência tanto literária quanto filosófica. Quando, então, descobri que Vegah falava alemão, não pude deixar de pedir-lhe que me lesse o princípio de A Metamorfose no original. (Kafka, apesar de ser checo, escrevia em alemão. Se você tem uma ideia incrível...)
Queria escutar a sonoridade, a força das palavras que ele escolheu. Como João também estava seduzido pela desafio de tentar criar sua própria leitura da atmosfera da obra (e acho que ele conseguiu bastante bem), resolvemos gravá-la, e aí está. Um singelo presente àqueles que, como nós, admiram este autor.
Vou aproveitar a deixa para falar ainda da nossa produção em outras línguas. No último encontro, Saulo e eu conversávamos sobre isto. Para não mencionar o fato de um dos nossos barulhentos (Lois) ser galego, o que pontuei naquele momento foi que, de certa forma, pode ser mais fácil escrever em outra língua, porque, com nosso vocabulário restrito, acabamos por aceitar aquela única palavra que sabemos para representar algo. A nossa língua-mãe, ao invés, se nos apresenta um amplo leque de opções, nos deixa escolhas -- e todos que escrevem sabem a tarefa árdua que pode ser escolher entre um mas e um porém.
Para estender meu argumento, cito Borges, um texto fruto de uma conferência, intitulado Pensamento e Poesia, que me foi apresentado pelo próprio Monclar. A tese sustentada por Borges aí é a de que a ideia válida para a música, sobre a impossibilidade de cindir a forma da substância, também o é para a poesia.
Em seus estudos histórico-linguísticos, Borges nos mostra que as palavras não começaram abstratas (no sentido de convencionadas), mas concretas, com um forte significado, envoltas em mágica -- “acredito que, nesse caso, 'concretas' signifique quase o mesmo que 'poéticas'”, escreve ele. Para deixar cá um exemplo, vale transcrever sua análise da palavra “noite”:
“...podemos presumir que, de início, ela representava a própria noite – sua escuridão, suas ameaças, as estrelas cintilantes. Então, depois de tanto tempo, passamos ao sentido abstrato da palavra 'noite' – o período entre o crepúsculo do corvo [...] e o crepúsculo da pomba, o princípio do dia.”
Com todas as nossas limitações, nós gostamos de pensar que buscamos essa concretude mágica das palavras. Em todas as línguas com as quais nos relacionamos.
That's all, folks.
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texto - franz kafka [a metamorfose, no original]
leitura - marccela vegah
música - joão vinícius
Kafka é um de meus autores favoritos, uma referência tanto literária quanto filosófica. Quando, então, descobri que Vegah falava alemão, não pude deixar de pedir-lhe que me lesse o princípio de A Metamorfose no original. (Kafka, apesar de ser checo, escrevia em alemão. Se você tem uma ideia incrível...)
Queria escutar a sonoridade, a força das palavras que ele escolheu. Como João também estava seduzido pela desafio de tentar criar sua própria leitura da atmosfera da obra (e acho que ele conseguiu bastante bem), resolvemos gravá-la, e aí está. Um singelo presente àqueles que, como nós, admiram este autor.
Vou aproveitar a deixa para falar ainda da nossa produção em outras línguas. No último encontro, Saulo e eu conversávamos sobre isto. Para não mencionar o fato de um dos nossos barulhentos (Lois) ser galego, o que pontuei naquele momento foi que, de certa forma, pode ser mais fácil escrever em outra língua, porque, com nosso vocabulário restrito, acabamos por aceitar aquela única palavra que sabemos para representar algo. A nossa língua-mãe, ao invés, se nos apresenta um amplo leque de opções, nos deixa escolhas -- e todos que escrevem sabem a tarefa árdua que pode ser escolher entre um mas e um porém.
Para estender meu argumento, cito Borges, um texto fruto de uma conferência, intitulado Pensamento e Poesia, que me foi apresentado pelo próprio Monclar. A tese sustentada por Borges aí é a de que a ideia válida para a música, sobre a impossibilidade de cindir a forma da substância, também o é para a poesia.
Em seus estudos histórico-linguísticos, Borges nos mostra que as palavras não começaram abstratas (no sentido de convencionadas), mas concretas, com um forte significado, envoltas em mágica -- “acredito que, nesse caso, 'concretas' signifique quase o mesmo que 'poéticas'”, escreve ele. Para deixar cá um exemplo, vale transcrever sua análise da palavra “noite”:
“...podemos presumir que, de início, ela representava a própria noite – sua escuridão, suas ameaças, as estrelas cintilantes. Então, depois de tanto tempo, passamos ao sentido abstrato da palavra 'noite' – o período entre o crepúsculo do corvo [...] e o crepúsculo da pomba, o princípio do dia.”
Com todas as nossas limitações, nós gostamos de pensar que buscamos essa concretude mágica das palavras. Em todas as línguas com as quais nos relacionamos.
That's all, folks.
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texto - franz kafka [a metamorfose, no original]
leitura - marccela vegah
música - joão vinícius
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Happy Monday
Segundas feiras podem ser felizes, assim como paixões à primeira vista podem ser infelizes. Os paradoxos da vida, enfim...
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letra e melodia - marccela vegah
voz - marccela vegah
música e segunda voz - joão vinícius
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Coisa de cinema
Uma carta de amor ao universo da sétima arte... Ou seria a proposição de um jogo de palavras com os títulos de filme contando uma história de amor? Ou uma brincadeira irreverente repleta de referências cinematográficas lhe fazendo se confundir sobre o que é ou não filme nesta história? Enfim, algo assim. E vale a pena ver de novo. E de novo. E de novo. E de novo...
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texto, leitura e edição - gabriel camões
trilha e ambientação sonora - cebola pessoa
trilha e ambientação sonora - cebola pessoa
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Pra não dizer que não falei de amor
O vídeo abaixo apresenta Gabriel Camões e João Vinícius cantando uma antiga composição em parceria, Pra não dizer que não falei de amor, na reunião do Coletivo de ontem. Seguramente postaremos, no futuro, uma versão melhor trabalhada da música, mas vale o vídeo como registro de uma bela canção e também do clima que permeia nossos encontros.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Plataforma Blues
O BLUES urbano, o caos do vazio, o compasso da solidão. O deboche é a ferramenta principal de quem pensa que não tem mais nada a perder. Um brinde à plataforma que nos abriga enquanto aguardamos o trem da felicidade!
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letra e melodia - joão vinícius
voz, violão e guitarra - joão vinícius
poema recitado - paulo leminski
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letra e melodia - joão vinícius
voz, violão e guitarra - joão vinícius
poema recitado - paulo leminski
Desligue a TV
Dizem por aí que "uma imagem vale mais do que mil palavras"... E o que dizer de várias imagens? E o que não dizer? Pois é, tive a sacação de filmar a idéia desse texto que fiz aqui pro coletivo. Foi do nada, por nada, de madrugada, numa sentada... E o resultado deu nisso daí que vocês vão ver agora. Desligue a Tv. Aperte o play. Vire a página. Proteste. Grite “Fora Sarney”. Foda-se se o Bonner irá te ouvir ou não. Se a sua consciência o ouvir já será uma boa coisa. Pronto, falei...
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texto, leitura, interpretação e edição - gabriel camões
mixagem e ambientação sonora - joão vinícius
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texto, leitura, interpretação e edição - gabriel camões
mixagem e ambientação sonora - joão vinícius
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Técnicas de masturbação entre Batman e Robin (A solidão)
Ao contrário de Madame Bovary e O Grande Gatsby, em que Cebola e João, respectivamente, tiraram melodias a partir de excertos que eu li por acaso durante nossos encontros, agora -- agora João já vinha pensando obcecadamente em uma melodia por semanas, tinha mesmo o refrão pronto e, tão logo me ouviu ler o trecho de um livrinho do colombiano Efraim Medina Reyes, soube que tinha achado o que faltava para sua música.
Técnicas de Masturbación entre Batman y Robin é uma coletânea de novelas de um humor ácido e triste sobre o amor. O que apresentamos aqui é uma reflexão sobre a sua raiz: a solidão.
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texto - efraim medina reyes e joão vinícius
leitura - breno fernandes e joão vinícius
música - joão vinícius
Técnicas de Masturbación entre Batman y Robin é uma coletânea de novelas de um humor ácido e triste sobre o amor. O que apresentamos aqui é uma reflexão sobre a sua raiz: a solidão.
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texto - efraim medina reyes e joão vinícius
leitura - breno fernandes e joão vinícius
música - joão vinícius
terça-feira, 21 de julho de 2009
Vida Revista
Folheando, sem pretensões, algumas poucas páginas de um revista de assinatura obrigatória, cheia de páginas e em permanente construção. Uma revista chamada "Vida" e que apresenta conteúdos diferentes para cada par de olhos que nela repousa.
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texto - gabriel camões
leitura - gabriel camões
música - cebola pessoa
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texto - gabriel camões
leitura - gabriel camões
música - cebola pessoa
terça-feira, 14 de julho de 2009
Álcool e Cigarro
Tudo que uma mulher apaixonada precisa ouvir.
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leitura - gabriel camões
texto - joão vinícius
música - joão vinícius
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Soldado Amarelo

Numa escala entre um caminho e outro, em Charlotte - USA, passou por mim o tal soldado. Mas... soldado?, pensei. Ele é da minha idade ou ainda mais jovem que eu! O espanto. O texto saiu gritando pelos dedos, agarrou com força as páginas de um bloquinho de papel, como se tivesse medo. Continuei o caminho que era meu, mas aquele soldado também era eu.
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ilustração - álvaro andrade
texto - álvaro andrade
leitura - álvaro andrade
música - cebola pessoa
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